Em situações de dificuldade os maus gestores se preocupam com quem “paga conta”, enquanto os bons profissionais encaram a responsabilidade pelo problema. Um motorista, ao descobrir alguma falha mecânica com o caminhão durante uma viagem ou qualquer outra coisa que possa atrapalhá-lo, deve imediatamente gerenciar a situação, preservando tanto sua saúde quanto o seu compromisso, evitando riscos desnecessários. E até mesmo trocar pneus à noite pode ser um risco completamente prescindível.
Agora, como saber o que é importante e o que não é? Ou melhor, quantas - e quais - são as falhas que poderiam ser evitadas? Para isso, existem processos gerenciais que devem ser implantados, mas, pelo enorme número de possibilidades e fatores, apenas uma solução tecnológica pode aferir com precisão os problemas.
Ferramentas de TI ajudam a reduzir custos de manutenção, abastecimento, lubrificação, pneus e taxas e, o principal, permitem que nós, gestores, possamos dar segurança aos nossos funcionários - especialmente os que estão na estrada -, para que eles possam “arregaçar as mangas” e assumir problemas.
É consenso que não se cresce sem riscos, mas nós, profissionais da área de transporte, sabemos que, apesar de não podermos resolver todos os problemas, podemos gerenciá-los de forma eficaz.
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